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Quais Baffin voltaram ao serviço ativo na Segunda Guerra Mundial?

Resposta direta

Os que voltaram à lista de unidades ativas foram os Baffin da Nova Zelândia, que antes das hostilidades tinham sido usados sobretudo como treinadores e foram reativados perante a ameaça dos corsários de superfície. Na Grã-Bretanha o tipo passou a armazenamento e não teve papel no conflito.

Quais Baffin voltaram ao serviço ativo na Segunda Guerra Mundial?
HMS Furious 15

Do Ripon ao Baffin

O Baffin foi um desenvolvimento do Ripon cuja principal alteração consistiu em substituir o Napier Lion arrefecido a água por um motor radial Bristol Pegasus I.MS de 545 hp (406 kW). Já em 1928 a Blackburn tinha advertido que substituir o Lion por um radial moderno arrefecido a ar oferecia várias vantagens. Dispensar os pesados radiadores do Lion reduzia o peso e, portanto, aumentava a carga útil, e o arrefecimento a ar simplificava ainda a manutenção.

Os Baffin da Nova Zelândia

Em agosto de 1937, a Nova Zelândia acordou adquirir um primeiro lote de doze Baffin ao Air Ministry, entregues em novembro desse ano. Também comprou os 17 exemplares em melhor estado que continuavam em armazenamento, entregues ao longo de 1938. Antes das hostilidades, essas aeronaves tinham sido empregadas em grande medida como aviões de treino, mas, ao constatar-se a ameaça que representavam os corsários de superfície, os Baffin neozelandeses regressaram à lista de unidades ativas.

O fim da carreira do tipo

Na Grã-Bretanha, em contrapartida, o Baffin foi armazenado, não regressou ao serviço britânico com o início da Segunda Guerra Mundial e não desempenhou qualquer papel no conflito. Na Nova Zelândia, os Baffin foram substituídos pelo Lockheed Hudson, maior e de construção norte-americana, antes do início da guerra com o Japão imperial. Segundo os relatos, os últimos Baffin foram desmantelados em Rongotai em 1941.

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