Sabia…
Que grupo industrial estava por detrás da Aviméta?
Resposta direta
Schneider-Creusot: a Aviméta, Société pour la Construction d'Avions Métallique, surgiu do departamento aeronáutico desse fabricante de armamento. Da Schneider vinha também o Alferium, a liga de alumínio e ferro usada no Aviméta 88. O seu 132 foi o primeiro avião francês totalmente metálico.

Do departamento aeronáutico da Schneider-Creusot
A Aviméta, cujo nome completo era Société pour la Construction d'Avions Métallique, nasceu do departamento aeronáutico do fabricante de armamento Schneider-Creusot. A estrutura e o revestimento ondulado do Aviméta 88 foram fabricados em Alferium, uma liga de alumínio e ferro desenvolvida pela Schneider. O desenvolvimento desse aparelho foi interrompido quando o concurso oficial para um caça-reconhecimento biplace foi anulado.
O bombardeiro 121
O Aviméta 121, por vezes designado de forma ambígua Aviméta 21, era um monoplano de ala alta sobre o fuselagem, contraventado por montantes, de configuração convencional. A sua construção era totalmente metálica, algo pouco habitual na época, com a liga Alférium. Era movido por dois motores a pistão em W12 instalados em barquinhas no bordo de ataque das asas. Esses motores acionavam hélices tratoras de quatro pás. O piloto ocupava uma carlinga aberta, enquanto o bombardeiro dispunha de um posto fechado no nariz. O armamento defensivo incluía duas posições de metralhadora abertas, uma no nariz e outra detrás da carlinga. O trem de aterragem era fixo, com patim de cauda, e os seus elementos principais ficavam encerrados em grandes carenagens aerodinâmicas.
O transporte 132
O Aviméta 132 foi um transporte monoplano trimotor para oito passageiros concebido e construído pela Aviméta. Foi o primeiro avião francês totalmente metálico, embora só tenha sido construído um exemplar.
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