Sabia…
Quais companhias aéreas existem na Colômbia?
Resposta direta
As principais companhias aéreas da Colômbia são a Avianca (fundada em 1919, a segunda companhia aérea mais antiga do mundo ainda em atividade), a LATAM Airlines Colombia, a low-cost Wingo, a estatal Satena, a Clic (antiga EasyFly) e a JetSMART Colombia. A Viva Air e a Ultra Air encerraram as operações em 2023 (situação em setembro de 2026).

As grandes redes
A Avianca é a companhia aérea de bandeira: fundada em dezembro de 1919 em Barranquilla como SCADTA, opera a partir de seu hub em Bogotá uma rede nacional e internacional com Airbus A320 e Boeing 787. Desde sua reestruturação em 2020-2021, trabalha segundo um modelo híbrido, com tarifas básicas e serviços adicionais pagos. A LATAM Airlines Colombia, subsidiária do grupo chileno-brasileiro, é a segunda maior operadora no mercado doméstico e conecta o país aos hubs de Lima e São Paulo.
Low-cost e companhias regionais
A Wingo, subsidiária da Copa Holdings com sede em Bogotá, opera Boeing 737 em rotas domésticas, além de destinos no Caribe, América Central e México. A JetSMART, parte do grupo Indigo Partners, abriu sua subsidiária colombiana em 2024 com Airbus A320 e cresceu rapidamente nas principais rotas. A Clic, nome adotado pela antiga EasyFly, e a estatal Satena cobrem a aviação regional com turboélices ATR; a Satena, subordinada ao Ministério da Defesa, mantém rotas sociais para a Amazônia, o litoral Pacífico e a Orinoquía que nenhum operador privado atenderia.
Um mercado em rápida mudança
A Colômbia perdeu várias companhias aéreas em pouco tempo: a Viva Air encerrou as operações em fevereiro de 2023, após o fracasso de uma integração com a Avianca, e a Ultra Air fechou poucas semanas depois. Essa consolidação explica por que a Avianca e a LATAM concentram a maior parte dos passageiros domésticos. O órgão regulador é a Autoridade de Aviação Civil (Aerocivil), que publica estatísticas mensais de tráfego, e o El Dorado, em Bogotá, é o principal aeroporto do país e um dos mais movimentados da América Latina em carga. As participações de mercado mudam a cada temporada, por isso vale a pena consultar a fonte oficial (situação em setembro de 2026).
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