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Por que o EF-111A foi único?

Resposta direta

Durante a guerra do Golfo de 1991, foi o único avião tripulado e desarmado que voou tão profundamente no espaço aéreo iraquiano, normalmente acompanhando pacotes de ataque em missões de penetração profunda. A velocidade e a aceleração eram a sua autodefesa, e a sua principal característica era o sistema de perturbação AN/ALQ-99E.

Por que o EF-111A foi único?
¿Por qué fue único el EF-111A?

Um avião de guerra eletrónica sem armamento

O EF-111A Raven é um avião de guerra eletrónica hoje retirado de serviço. Não transportava armamento: a sua velocidade e aceleração constituíam os seus principais meios de autodefesa. Era tripulado por duas pessoas, um piloto e um oficial de guerra eletrónica. Em 1991, durante a guerra do Golfo, 18 EF-111A voaram missões de combate contra o Iraque, normalmente acompanhando pacotes de ataque em missões de penetração profunda, e o EF-111A foi o único avião tripulado e desarmado que chegou a voar tão profundamente no espaço aéreo iraquiano.

O sistema de perturbação AN/ALQ-99E

A principal característica do Raven era o sistema de perturbação AN/ALQ-99E, desenvolvido a partir do ALQ-99 da Marinha que equipava o Prowler. Os seus motores foram mais tarde substituídos pelos TF30-P-9 do F-111D, mais potentes. A cabina foi reorganizada: todos os indicadores de voo e de navegação passaram para o lado do piloto.

Conversões, custo e retirada

O programa abrangeu 42 conversões, incluindo dois prototipos. O custo total dessas células convertidas foi de 1.500 milhões de dólares americanos. Os últimos EF-111 foram retirados em 2 de maio de 1998.

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