Sabia…
A Força Aérea espanhola comprou C-101 armados?
Resposta direta
As fontes só lhe atribuem aviões de treino: o Ejército del Aire encomendou 88 aparelhos C-101EB-01, E.25 Mirlo em serviço, com uma capacidade armada apenas limitada. As versões armadas, o C-101BB e o C-101CC, foram vendidas para exportação, às Honduras, ao Chile e à Jordânia.

Uma encomenda de aviões de treino
A encomenda inicial espanhola foi de 88 aviões, construídos como versão de treino dedicada, designada C-101EB-01 pela CASA e E.25 Mirlo pela força aérea. O primeiro voo do C-101 teve lugar a 27 de junho de 1977, e o primeiro avião entrou em serviço no Ejército del Aire a 17 de março de 1980.
As missões secundárias previstas
Entre as funções secundárias contempladas figuravam o ataque ao solo, a escolta armada, o reconhecimento fotográfico e o emprego como plataforma de contramedidas eletrónicas (ECM). O modelo inicial tinha apenas uma capacidade armada limitada, e essa capacidade de ataque foi ampliada nos aviões construídos mais tarde.
As versões armadas, para exportação
Enquanto o Ejército del Aire operava sobretudo a versão de treino, o C-101BB era uma versão armada para treino e ataque ao solo pensada para exportação: as Honduras adquiriram 4 e o Chile, 12. O C-101CC, armado e dedicado apenas a missões de ataque, foi vendido à Jordânia (16) e ao Chile (23). Podia levar um canhão DEFA de 30 mm ou duas metralhadoras M3 de 12,7 mm em casulos amovíveis sob a fuselagem dianteira, além de até 2.220 kg (4.894 lb) de carga lançável em seis pilones subalares. A última versão desenvolvida, o C-101DD, foi demonstrada pela CASA em 1985 com uma aviónica muito melhorada: head-up display, cabina HOTAS, recetor de alerta radar AN/ALR-66, contramedidas de chaff e flares e capacidade para o míssil ar-superfície AGM-65 Maverick; em 2000 não tinha atraído nenhuma encomenda.
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