Proud Conquest: Gemini VII and VI (1966)

Cape Canaveral Space Force Museum · 15 de dezembro de 2014 · 29:28 · inglês · Arquivo

Vídeo do canal Cape Canaveral Space Force Museum sobre Gemini VI-A, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 29:28. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Arquivo.

O que mostra

Filme da NASA que narra as missões Gemini VII e Gemini VI-A. Começa com a preparação da Gemini 7 no complexo de lançamento 19, o fato leve da tripulação, o lançamento do Titan II e os primeiros dias em órbita, com relatórios de sono e exames médicos. Segue-se com as tentativas da Gemini 6, uma delas com ignição e desligamento na rampa, e com o seu lançamento definitivo. Diagramas animados explicam as manobras de encontro: ajuste de altitude, mudança de plano, circularização e fase terminal. O filme mostra depois o encontro e o voo em formação, a recuperação da Gemini 6 num porta-aviões, o recorde de permanência superado pela Gemini 7 e o regresso desta nave.

Quando e onde foi filmado

As imagens são de dezembro de 1965 e vêm de Cabo Kennedy, do controlo em Houston, das próprias naves em órbita e da zona de recuperação. O filme foi produzido em 1966.

Contexto

A Gemini 7, com Frank Borman e Jim Lovell, foi uma missão médica de 14 dias para estudar o sono, a resposta cardiovascular e a perda de glóbulos vermelhos. A sua órbita inicial era de 87 por 177 milhas náuticas. A Gemini 6, com Wally Schirra e Tom Stafford, tornou-se uma nova missão depois da tentativa falhada de outubro. O seu lançamento a partir da mesma rampa obrigou a encurtar uma preparação que costumava durar cerca de nove semanas.

A Gemini 6 entrou numa órbita de 87 por 140 milhas náuticas e teve de elevar o apogeu para 146 enquanto perseguia a Gemini 7, que voava numa órbita circular a 161. A fase terminal começou a cerca de 32 milhas náuticas. As naves chegaram a estar a um pé uma da outra e mantiveram a formação durante cerca de cinco horas e meia, com manobras de voo em redor dentro e fora do plano orbital. Separaram-se às seis da tarde, hora de Cabo Kennedy, com uma manobra retrógrada de nove pés por segundo.

Segundo os responsáveis médicos da missão, o voo demonstrou que o ser humano se adapta ao ambiente espacial e forneceu dados para comprometer uma missão lunar. O encontro testou ainda uma técnica indispensável para o programa Apollo.